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Caminhão dirigindo na rodovia

Minha história

Trabalhei por mais de 30 anos com transporte de cargas.
Já vivi atraso, erro, conflito, prejuízo e desorganização.

A "S A Consultoria" nasce da prática, não da teoria.
Organização simples, aplicada à realidade do transporte.

A maioria das transportadoras nasce igual: o dono faz tudo. E eu não fui exceção. Comecei dirigindo, carregando, entregando, buscando frete e tentando entender quanto cobrar, sem saber se era por peso, volume, km ou carga fechada. Não tinha noção clara de custo, margem ou do quanto precisava faturar para sustentar o negócio, pagar diesel, parcelas, comida e casa.

Eu vendia, carregava, entregava, cobrava, fazia planilhas e administrava tudo do meu jeito. Ninguém ensinou como fazer. Então aprendi errando. Alguns fretes davam muito trabalho e pouco dinheiro. Outros só fechavam a conta se tivesse frete de retorno, o que nem sempre era possível, porque eu já tinha compromissos no dia seguinte com clientes recorrentes.

Quando a demanda aumentou, precisei escolher: ou perdia clientes, ou crescia. Comprei o segundo veículo, contratei um amigo e coloquei dois caminhões na estrada. Eu dirigia um e administrava os dois… de dentro da cabine.

Até o dia em que eu, no volante, com telefone na mão, planilha aberta, trânsito pesado e cliente cobrando, quase me envolvi em um acidente. Ali ficou claro: desse jeito não dava mais. Comecei a soltar o controle sem estrutura. Vieram os problemas: rotas mudadas, clientes ignorados, decisões sem alinhamento. Alguns clientes simplesmente desapareceram. Nesse momento já éramos quatro pessoas na operação.

Mesmo assim, eu nunca tinha liderado de verdade. Eu tinha medo de falar, cobrar, não fazia ideia de como fazer uma reunião. As primeiras reuniões foram ruins: fui duro, não ouvi, critiquei antes de entender. Resultado? Mais problemas.

Contratei alguém para atender telefone e organizar a rotina. Em cidade pequena não existe mão de obra pronta para transporte. Era sempre no improviso. Quando parecia que tinha funcionado, o problema estourava… em mim. O custo começou a aparecer no corpo: ansiedade, estresse, desgaste. Procurei médico. Procurei respostas.

Conversei com um amigo, também empresário e cliente, questionei sobre onde eu poderia me prepara, quais cursos, algo rápido, urgente, eu admirava seu modelo de gestão, eu precisava urgente resolver meu problema eu desejava saber onde e com quem ele tinha aprendido a liderar e organizar empresas. Seguindo algumas orientações dele e outras por instinto. Eu já havia feito cursos técnicos e corporativos quando fui CLT, mas percebi que precisava ir além.

Busquei formações que mudaram minha forma de pensar e agir como empresário.

Aprendi a liderar, comunicar, organizar, ser firme sem ser bruto. (entre os cursos alguns que mudaram a forma de olhar o negócio, as pessoas, cursos  como EMPRETEC, Dale Carnegie, Mediação e Arbitragem, etc.além dos cursos fui buscar pessoas preparadas e ou qualificadas que pudessem me auxiliar, então um amigo, professor de uma Faculdade, através de um programa do Governo, iniciou a  implantação de uma série de planilhas de controles, fomos ajustando com o passar do tempo. Quando o projeto terminou, ele pediu que eu buscasse  alguém para dar continuidade, pois quem deseja crescimento , é importante ter um acompanhamento, um ex colega de uma das empresas onde trabalhei estava terminando Administração e me auxiliou, fazendo mais alguns ajustes. Ao longo de cerca de 12 anos, a empresa cresceu.

Cheguei a operar com 7 veículos próprios, mais agregados, + de 20 funcionários. Passei a participar ativamente da comunidade, presidir entidades, ganhar visibilidade e respeito. Outros empresários começaram a me procurar para conversar e pedir orientação. Achei que já sabia tudo. Dispensei as pessoas que me auxiliavam...​Então veio a recessão. Clientes fecharam, outros mudaram o modelo. Perdi grande parte da carteira. Tentei sobreviver terceirizando entregas, pegando fretes de outras empresas, especialmente no B2B: muito trabalho, pouco retorno. O estresse voltou. A saúde cobrou de novo. Foi quando tomei a decisão mais difícil: vendi os caminhões e encerrei a operação.

O que aprendi!

Aprendi, na prática, que:

Crescer sem estrutura cobra um preço alto.  Controle não é microgerenciamento, é clareza. Processo simples vale mais que sistema caro. O maior gargalo quase sempre é o próprio dono, centralizador.

Hoje, minha consultoria existe para evitar que outros empresários do transporte precisem aprender do jeito mais caro: errando, adoecendo e pagando duas vezes. Eu não ensino teoria. Eu ensino o que vivi.​

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